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From Bali, with Bali

Foram dez dias intensos, de quem escrutina intensamente o seu interior, o seu Eu, o seu Todo. E o Todo foi o que esteve presente o tempo todo, bem como o Tudo.


O Tudo é possível, tudo é fantástico, tudo é o que quisermos que seja.


Mantive a minha vontade de estar presente em Bali, sem crenças, sem assunções sobre o que deveria ser ou qual a verdadeira razão para ali estar. Fui com espirito de aventura, com alma de exploradora, tal como noutros momentos da vida. E vim com muito mais. Com amigos, com espanto, com vitórias e memórias, com abraços, lágrimas e beijos. Com um sentimento de tudo ou nada, neti neti. Não é isto, nem aquilo.


Se a vida me sorrir mais uma vez em Bali, vou recordar as emoções, os objetivos e a tranquilidade. Vou recordar que o destino mais que nas nossas mãos, está na nossa viagem, porque os desafios estarão sempre presentes, mas o nosso caminho e a nossa direção seremos nós a fazê-lo.


Tenho a certeza que ainda vou cair na esparrela do ego e das convicções externas, mas espero estar suficientemente acordada para não cair nesse local por muito tempo. Sei também que se por acaso lá cair, terei nos que me acompanharam nesta viagem, uma mão amiga para me puxar e trazer á realidade, do todo e do nada.


Já passaram alguns dias desde que voltei. Voltei para o meu mundo que na realidade nunca me abandonou enquanto estive em Bali, mas que esteve presente como algo incomodativo e não prazeroso.


Não sei ainda o que será a minha visão de futuro, mas sei que a de presente elimina progressivamente algumas das realidades a que me mantinha e que não mais fazem sentido.


Também me relembrou das necessidades intrínsecas que estavam em mim e que fui esquecendo nem sei bem porquê. Quando não temos uma visão, rapidamente esquecemos o que nos move e nos faz sentir vivos.







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